Já imaginou participar de reuniões com hologramas? Pois é. Embora pareça um incidente de Black Mirror, não é. Nesta semana a Microsoft apresentou o Mesh, uma plataforma que promete encontros virtuais em forma de holograma.
A novidade foi anunciada na Ignite, conferência anual do dedo anual da Microsoft e fez sucesso, principalmente por ter sido apresentado utilizando muitos recursos holográficos.
Reuniões com hologramas começam a se tornar veras
O Mesh aposta na tecnologia de holoportação. Em outras palavras isso quer expressar que você conseguirá enxergar hologramas de outros usuários conectados no mesmo espaço virtual que você.
Ficou difícil de entender? Muito, caso a resposta seja sim, baixe o Pokemon Go. Sem dúvidas, o jogo vai ajudar você a entender melhor porquê isso funciona.
Basicamente o Mesh aposta no concepção de veras mista: Os hologramas misturam elementos da veras virtual junto com a veras aumentada. A princípio o Mesh permitirá que os usuários interajam na forma de avatares holográficos, mas o objetivo é aprimorar o serviço a ponto de reproduzir, de vestimenta, a veras.
Alex Kipman, um dos principais responsáveis pelo projeto, afirmou: “Será provável que os usuários se teletransportem a partir da veras mista”. Apesar de a teoria ainda ter muito soalho pela frente, o momento é oportuno. Com a pandemia, surgiu a premência de tornarmos encontros à intervalo mais reais, além de facilitarmos esse tipo de relação.
Além do trabalho remoto
Quem acredita que levante projeto tem foco somente no envolvente corporativista está iludido. A Microsoft tem muitos planos de ampliação para o Mesh. Prova disso é que no mesmo evento a empresa reforçou sua parceria com a OceanX e a Niantic.
Com base nas áreas de atuação dessas empresas é provável concluir que a Microsoft está apostando no universo dos jogos, além de experiências educacionais para crianças e adolescentes. Aliás, existem muitos outros projetos em curso, inclusive da Microsoft que prometem revolucionar a ensino de forma universal.
Entretanto, embora o Mesh traga consigo uma teoria revolucionária, existem vários desafios:
Preço e acessibilidade do Mesh
O Mesh poderá ser utilizado em computadores, smartphones, tablets e até mesmo em óculos de realidades virtuais, mas as experiências mais realistas estarão disponíveis somente nos dispositivos VR, além do HoloLens2. Ambos dispositivos pertencem à Microsoft e infelizmente os preços são muito salgados.
Mas de quais valores estamos falando?
Muito, a término de entender melhor vale saber que, por exemplo, o HoloLens2, cá no Brasil, não sai por menos de R$ 15.000,00. Óbvio que no exterior esses produtos são mais acessíveis, pois são os impostos brasileiros que encarecem tanto esse tipo de resultado. Ainda assim, mesmo lá fora, eles não são tão acessíveis a ponto de permitir uma rápida popularização.
Quando vai estar finalizado e disponível para o público?
Durante a apresentação, não houve nenhuma informação concreta a reverência do cronograma de lançamento. Entretanto, sabe-se que a Microsoft pretende aditar suporte para aplicativos que suportam o Mesh num horizonte próximo.
Concorrência
Algumas empresas, porquê por exemplo Facebook e Apple estão investindo em projetos semelhantes que envolvem holografia. Embora poucas informações tenham sido divulgadas, é provável que esses projetos sejam os impulsos para o primícias de novas corridas tecnológicas.
Essas mudanças ainda estão longe de se tornarem secção de nossa rotina, mas podem revolucionar o modo porquê vivemos e nos relacionamos.
Quer ver mais? Confira o pregão do Mesh no meato solene da Microsoft no Youtube clicando cá.
Já conhece a novidade rede social Club House? Não? Logo acesse esse post e confira mais essa novidade.
