Você sabia que as redes sociais são uma das ameaças modernas que ativam a metade do nosso cérebro responsável pelo sistema do pânico? É ele que nos faz pensar duas vezes antes de cometer um ato precipitado ou logo desistir na fileira da serra-russa. Mas esse sistema, quando ativado frequentemente e a níveis muito intensos, faz com que a gente viva em um estável estado de alerta, com o estresse nas alturas, a impaciência te impedindo de dormir e até o desânimo invadindo sua vida. E com o celular sempre em mãos, a internet sempre à disposição, as notificações ativadas e as redes sociais configurando um vício, não há saúde mental que resista. É exatamente por isso que já passou da hora de você desintoxicar o feed do seu Instagram – e a gente te ajuda a fazer isso!

Comece identificando contas potencialmente perigosas
1. Os coaches do desserviço
As redes sociais são locais incríveis de estágio e troca de informações, mas muita gente usa o envolvente online de maneira irresponsável, seja para surfar na vaga de alguma pretexto importante, seja compartilhando desserviços que acabam se mostrando gatilhos perigosíssimos para algumas pessoas. Por isso, além de averiguar os tipos de teor que o perfil produz, entenda também a maneira porquê ele expõe esses conteúdos, se ele tem conhecimento e licença para executar tais tarefas, e se fala com seus milhões de seguidores com responsabilidade, reverência e honestidade.
2. Os hipócritas das redes sociais
Esses são fáceis de serem identificados, pois, na maioria das vezes, precisam que panos sejam passados para que a cultura do descancelamento alivie sua barra. Isso porque, continuamente, eles se contradizem online. Usando um exemplo prático e atual: quantos influenciadores você conhece que não respeitaram um dia sequer de quarentena e continuam sendo exaltados por pessoas que, no dia a dia, apontam dedos para familiares e amigos que estão saindo de moradia sem premência? Essa hipocrisia tem via de mão dupla. Será que você, às vezes até sem perceber, não está defendendo alguém que faz aquilo que você não gostaria que fizesse? Vale a reflexão.
3. Os influenciadores que estimulam o consumo irresponsável e se camuflam de good vibes
Hoje, a discussão sobre sustentabilidade, tendência e consumo consciente tem apanhado novos degraus graças às redes sociais. Só que, ao mesmo tempo em que muitos influenciadores pregam esse estilo de vida menos nocivo ao meio envolvente em frente às câmeras, eles são amantes fervorosos do capitalismo no dia a dia. Isso não seria um problema, até porque cada um é responsável por seus atos e usa as informações disponíveis sobre o ponto porquê deseja, mas se passar por alguém que não é no envolvente virtual exclusivamente com a finalidade da autopromoção é indecente demais – até porque normalmente os seguidores só têm aproximação àquela versão da pessoa. Uma dica é permanecer atenta aos conteúdos patrocinados pelo @ e às atitudes por ele tomadas. Por exemplo: numa hora está falando de consumo consciente e na outra fazendo publi para grandes marcas ou logo prega o deboísmo, mormente em era de pandemia, mas está praticando esse deboísmo enquanto viaja e posta fotos e Stories sem o mínimo de empatia pelo contexto atual.
4. Os desinfluenciadores que se disfarçam de influenciadores
É até mais honesto quando a pessoa já coloca na bio que é “desinfluencer” – mesmo que seja só pelo hype da frase -, porque aí não tem desculpa. Agora, será que você não anda dando moral para criadores dos quais único teor criado é o desserviço virtual? O Instagram é um mundo de possibilidades, e você não precisa seguir pessoas só porque elas já são seguidas por milhões ou milhares. Crie a sua rede de inspiração, use a plataforma a seu obséquio e tenha controle sobre as redes (não o contrário).
5. Pessoas que te colocam para grave
Esses perfis podem nem suspeitar que estão te fazendo mal de alguma forma, logo a saída é você perceber porquê as contas que você segue te influenciam e te impactam de maneira positiva ou negativa. Cada pessoa tem uma vivência e é originário que a vivência do outro não seja igual ou parecida com a sua. A questão é: se você sabe disso, por que ainda segue esse @ em questão? Por que você quer? Justo. E será que esse querer anda te trazendo mais bônus do que ônus? Bora refletir!
6. Perfis que fazem você se perguntar: “Por que eu ainda sigo esse @?”
Essa é a perguntinha que você mais deve se fazer e, quando e se você chegar a uma desenlace, tente entender se ela vale mesmo a sua saúde mental.
Entenda seu propósito nas redes sociais
Você existe nas redes por um motivo, nem que seja para rir dos memes. Há quem exista para se alienar completamente do mundo real, os que trabalham com a internet, os que querem dividir o tempo entre ver aleatoriedades e se informar. O processo de desintoxicar o feed do Instagram também é sobre customizar a plataforma para que ela se torne mais a sua rosto, sugerindo assim contas e conteúdos que tenham a ver com você e com o seu propósito. Embora transpor da bolha seja importante, cuidar da sua saúde mental é uma prioridade – ainda mais quando transpor da bolha significa se deparar com um mundo onde pessoas confundem coisas básicas em pleno século XXI, porquê perpetuar preconceitos e machismos justificando-os com o recta de liberdade de frase.
Desative as notificações do seu aparelho
Classificada porquê uma das ameaças modernas pela neurociência, o uso exagerado das redes sociais aumenta nossa impaciência, que acaba desencadeando na gente a nomofobia, que é um termo usado pela psicologia para definir o temor intenso de permanecer sem se conectar. Sabe aquela sensação de estar perdendo alguma coisa ou de sentir que não está fazendo secção de um todo?

De conciliação com um estudo recente publicado no Canadian Journal of Psychiatry, realizado com jovens entre 12 e 16 anos, quanto mais tempo os adolescentes passam conectados e ativos nas redes sociais, mais quadros de impaciência são relatados. Os que passam menos tempo online são os que relatam menos sintomas de impaciência.
O imediatismo das redes é preocupante, e olhar para a tela do celular e ver um monte de notificações mandadas por aplicativos diferentes pode provocar, além de desconforto, uma premência quase que brutal de você limpar aquela tela, respondendo às mensagens recebidas e apagando os informativos. Ao desativar as notificações do aparelho, mesmo que não de todos os Apps, caso trabalhe com eles, você dá um tempo para o seu sistema do pavor e alivia os níveis de estresse e impaciência do organização.
Aprecie a quietude
Quantas vezes você não pegou o celular só para passar o tempo ou para procrastinar um pouco, e depois de um tempão reparou que estava dando scroll em um feed que não fazia mais sentido? Daí você se questiona porquê foi parar ali ou o que está fazendo com a sua vida, e deixa o celular de lado para pegá-lo imediatamente durante um novo período de tédio.
Coligar a desintoxicação das redes a um detox tecnológico é alguma coisa necessário, ainda mais em tempo em que somos bombardeados com notícias e informações novas a cada minuto. Não, você não vai estar perdendo zero se permanecer off-line por umas horas. Muito pelo contrário! Saber considerar os momentos de quietude e fazer zero é secção precípuo da vida humana. Até por que você também já ouviu falar em ociosidade criativo, né? Subsistir e somente subsistir. Logo, da próxima vez que tentar ocupar um momento de ociosidade com o celular, ou com as redes sociais, tente perceber se não há outra coisa que você possa fazer – nem que essa coisa seja, olha que maravilha, fazer absolutamente zero por um tempinho!




